quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Esse é o meu novo blog!

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  1. DSTs bacterianas
    Estes tipos de doenças desenvolvem-se como resultado do contágio bacteriano de pessoa para pessoa durante o contacto sexual. Estas tendem a afectar áreas como a vagina, a uretra, o cérvix, o recto, a boca e a garganta da pessoa infectada, mas podem também disseminar-se para outras áreas mucosas, como os olhos. Algumas bactérias mais perigosas como o Treponema pallidum, que causa a sífilis, podem eventualmente disseminar-se para o sistema nervoso central se não tratadas a tempo.
    É muito fácil para as bactérias disseminarem-se, uma vez que não costumam causar sintomas. O que significa que as pessoas podem não perceber que estão infectadas, pelo que terão um risco elevado de contagiar outras pessoas com uma DST.
    DSTs bacterianas comuns são:
    Gonorreia (causada pela neisseria gonorrhoea)
    Clamídia (causada pela chlamydia trachomatis )
    Sífilis (causada pela treponema pallidum )
    Vaginose bacteriana
    Micoplasma genital
    Uretrite não-específica
    Como são tratadas? Muitas DSTs bacterianas podem ser tratadas com a ajuda de um simples ciclo de antibióticos; contudo a causa da infecção tem de ser primeiro estabelecida com a ajuda de um teste de DSTs. A sífilis e a gonorreia tendem a ser mais difíceis de tratar, particularmente a sífilis, que pode requerer hospitalização.

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  2. VAGINOSE BACTERIANA
    Vaginose Bacteriana é uma infecção genital causada por bactérias, principalmente pela Gardnerella Vaginalis.
    Não é considerada uma doença sexualmente transmissível para alguns especialistas, uma vez que algumas dessas bactérias podem ser encontradas habitualmente no ser humano. No entanto, a transmissão ocorre também pelo contato íntimo ou relação sexual.
    A Vaginose é a causa mais comum do corrimento genital e a segunda causa da candidíase. Essa infecção desencadeia um desequilíbrio da flora vaginal fazendo com que a concentração de bactérias aumente. Atualmente, a Vaginose Baceteriana é considerada uma proliferação maciça de uma flora mista, que inclui Gardnella Vaginallis, Peptoestreptococcus e Micoplasma hominis.
    Durante a menstruação, a Vaginose causa um odor desagradável e forte, pois nesse período a ação das bactérias aumenta. Essa doença ocorre principalmente em mulheres na idade reprodutiva, que usam DIU ou são fumantes.
    SINTOMAS
    A Vaginose Bacteriana não apresenta uma reação inflamatória, por isso o reconhecimento da doença só pode ser percebido através dos seguintes sintomas:
    – Corrimento branco–acinzentado;
    – Odor fétido;
    – Pequenas bolhas.
    O não tratamento da Vaginose pode ocasionar problemas mais sérios, como: endometrites e salpingites (inflamação das trompas). No homem, não há sintomas da doença.
    DIAGNÓSTICOS
    O diagnóstico da Vaginose ocorre primeiramente em um exame ginecológico, no qual o médico nota se há a alteração do conteúdo vaginal.
    Após esse primeiro exame clínico, o médico solicitará um exame de laboratório, como o Papanicolau. Ocasionalmente, poderá ser solicitado uma cultura e testes imunológicos.

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  3. EXAMES
    A vaginose bacteriana ocorre quando há o desequilíbrio da flora vaginal e a consequente diminuição do número de lactobacilos, que provoca o aumento de bactérias, muitas vezes própria da vagina, sendo assim uma causa orgânica.
    O diagnóstico da vaginose bacteriana pode ser feito através da descrição dos sintomas somada ao exame clínico realizado em consultório pelo ginecologista através da análise especular. De forma mais precisa, é possível diagnosticar a enfermidade por meio de exames que analisem a secreção vaginal como bacterioscopia, cultura e análise do pH. O exame preventivo de Papanicolaou, em que é realizada a coleta de células da vagina e do colo por uma raspagem visa rastrear a presença de lesões precursoras do câncer de colo uterino, porém também pode ajudar a dar o diagnóstico de outras doenças como a vaginose bacteriana.
    Após a confirmação do diagnóstico de vaginose bacteriana o tratamento deve ser iniciado com a utilização de antibióticos em doses prescritas pelo ginecologista, os quais podem ser administrados pela via oral ou vaginal durante até sete dias. O tratamento da vaginose bacteriana deve ser realizado da forma correta para garantir a cura e não pré-dispor o organismo a outras infecções genitais.
    PREVENÇÃO
    A vaginose bacteriana é uma doença ginecológica que ocorre quando há o desequilíbrio da flora vaginal. Esse desequilíbrio normalmente se dá pela diminuição do número de lactobacilos e aumento de alguma bactéria própria da vagina. Mas, o que fazer para evitar esse desequilíbrio?
    Apesar de não ser definida como uma DST – Doença Sexualmente Transmissível, a vaginose bacteriana pode ser transmitida via relação sexual. Por isso, é importante o uso da camisinha, seja masculina ou feminina, em todas as relações. Também é preciso que o parceiro realize uma consulta com o urologista para verificar se realmente não apresenta nenhum sintoma da doença, prevenindo assim uma reinfecção da mulher.
    É essencial dar uma atenção especial na hora da higiene íntima para não relaxar e nem exagerar na limpeza. Quando for ao banheiro sempre limpe a vagina da frente para trás a fim de não trazer as bactérias do ânus para o genital. Na hora do banho, evite fazer duchas vaginais e utilizar bidês, pois nesses locais podem existir bactérias que desequilibram o trato vaginal. Assim, a vaginose bacteriana ficará mais longe de você e sua saúde ginecológica ficará mais prevenida.
    TRATAMENTOS E CUIDADOS
    O tratamento indicado para a Vaginose Bacteriana é realizado à base de antibiótico, podendo ser por via oral ou de uso tópico com creme vaginal ou óvulos. O uso de medicamento oral é indicado durante sete dias, assim como o creme vaginal, aplicado por sete noites.
    Não é recomendado consumir álcool durante o tratamento, pois inibe o efeito do medicamento oral.

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  4. CUIDADOS PARA AS PESSOAS QUE ESTÃO CONVIVENDO COM A VAGINOSE BACTERIANA:
    O desequilíbrio da flora vaginal pode, entre tantas doenças ginecológicas, provocar a proliferação das bactérias causadoras da vaginose bacteriana. Ao apresentar esse quadro, a mulher deve procurar um ginecologista que lhe receitará o melhor tratamento, mas em muitos casos a vaginose se torna recorrente, atrapalhando a vida social e profissional. Nesses casos, é preciso mudar a rotina para evitar o retorno da doença.
    O primeiro passo para acabar com o problema da vaginose bacteriana recorrente é manter uma vida saudável. Para isso, é preciso dormir pelo menos oito horas por dia, praticar atividades físicas com regularidade e manter uma alimentação saudável, sem excesso de açúcares.
    O corrimento provocado pela vaginose bacteriana tem odor desagradável. Por isso, realizar a higiene íntima de forma adequada, ao menos duas vezes ao dia, é de fundamental importância para curar a enfermidade e evitar novas infecções.
    O vestuário também é peça importante do combate à vaginose recorrente. Prefira sempre calcinhas de algodão, pois esse tipo de tecido deixa a pele respirar melhor e, com isso, não há o aumento da temperatura da vagina, uma das causas do desequilibro da flora vaginal. Nos dias mais quentes opte por saias e vestidos mais soltos, que além de deixá-la mais fresca são melhores para sua saúde ginecológica. E claro, nunca deixe de usar camisinha em todas as relações para evitar uma possível recontaminação.

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  5. Doenças causadas por Bactérias

    As bactérias causam muitas doenças em seres humanos e animais, desde pequenas cáries até grandes infecções que podem levar à morte. Veja abaixo uma lista das principais bacterioses:
    • Adenite Equina (Garrotilho) - infecção em equinos causada pela Streptococcus equi subsp. equi.
    • Bacteremia - presença de bactérias na corrente sanguínea.
    • Botulismo - causada pela bactéria Clostridium botulinum, pode levar à morte se não for tratada.
    • Bronquite - pneumococos podem causar a inflamação dos brônquios, causando esta doença.
    • Brucelose - causada pelas bactérias do gênero Brucella, transmitida principalmente pelo leitenão pasteurizado.
    • Cancro mole - é uma DST, causada pela bactéria Haemophilus ducreyi.
    • Carbúnculo (antrax) - causada pela bactéria Bacillus anthracis, já foi utilizada no bioterrorismo.

    • Cárie - infecções nos dentes por bactérias, devido à falta de higiene bucal.
    • Clamídia - uma DST, causada pela Chlamydia trachomatis.
    • Coqueluche - causada Bordetella pertussis, seu principal sintoma é a tosse contínua e muito dolorosa.
    • Cólera - a doença da bactéria Vibrio Cholerae causa forte diarreia, e é transmitida pela água contaminada.
    • Diarreia - é o excesso de água nas fezes, deixando-a muito mole.
    • Disenteria - infecção intestinal por bactérias do gênero Shigella, causando diarreia.
    • Difteria -causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae, causou a morte de várias pessoas em epidemias.
    • Doença de Lyme - infecção pela bactéria Borrelia burgdorferi, transmitida pela picada docarrapato.
    • Doença de Whipple - infecção causada pela bactéria Tropheryma whipplei.
    • Donovanose - uma DST
    • Epiglotite - infecção no sistema respiratório
    • Eritrasma - infecção bacteriana na pele
    • Erliquiose ou Erlichiose - doença que acomete os cães, causada pela Ehrlichia canis.
    • Escarlatina
    • Faringite - é a inflamação da Faringe; causada por diversas espécies de bactérias.
    • Febre Maculosa - causada pela bactéria Rickettsia rickettsii e transmitida pelo carrapato.
    • Febre Tifóide - causada pelo microorganismo Salmonella typhi, devido principalmente à falta de saneamento.
    • Gardnerella - causada pela Gardnerella vaginalis.
    • Gastrite - inflamação da parede do estômago, devido à destruição da mucosa gástrica que o protege.
    • Gonorréia - é uma DST causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae. Também chamada deBlenorragia.
    • Impetigo - infecção na pele causada por estafilococos e estreptococos.

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  6. INFECÇÕES BACTERIANAS
    A maioria das crises de febre que as crianças sofrem devem-se a infecções virais, embora as infecções bacterianas também possam provocar febre. As infecções bacterianas podem ser graves, mas normalmente são tratadas de imediato com antibióticos. O diagnóstico precoce de uma infecção bacteriana é fundamental para assegurar o seu tratamento imediato.
    Uma infecção bacteriana costuma ser difícil de distinguir de uma infecção viral. Regra geral, as infecções bacterianas têm tendência para provocar mais febre (por vezes atingem os 41ÞC) e provocam um aumento maior do número de glóbulos brancos. As crianças que correm maior risco de contrair infecções bacterianas são os bebés com menos de 2 meses de idade, os que não tem baço ou que sofrem de outro problema do sistema imunitário e os que são afectados por uma anemia drepanocítica. Nos climas temperados ocorrem muitas infecções bacterianas e virais nos meses de Inverno, talvez favorecidas pelas aglomerações nos lugares fechados, embora algumas também se manifestem no Verão.

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  7. Os sintomas de uma infecção bacteriana
    A infecção bacteriana é uma infecção causada por bactérias. Este tipo de infecção geralmente pode ser tratado com sucesso com antibióticos.
    Existem milhões de bactérias em nosso corpo, cobrindo nossas peles e vivem no intestino. Normalmente, bactérias que vivem em equilíbrio.
    Eles medem apenas alguns micrômetros de comprimento, as bactérias têm uma ampla gama de formas, Eles vão de esferas para hastes e espirais.
    A grande maioria das bactérias no organismo é considerada inofensivo por causa dos efeitos protetores do sistema imunológico, e alguns são benéficos. No entanto, algumas espécies são patogênicas e causam doenças infecciosas. Antraz, hanseníase, a cólera e a sífilis são causadas por bactérias.
    As doenças bacterianas fatais mais comuns são o infecções respiratórias, infecções do trato urinário, Síndrome do intestino irritável e muitos mais. Sintomas de infecção bacteriana são diferentes, em termos do tipo de infecção bacteriana e a localização do mesmo. Várias espécies de bactérias podem causar gastroenterite, incluindo as salmonelas, Clostridium, Escherichia coli, Yersinia. O gastroenterite Trata-se inflamação e dor de estômago, vômitos, náusea e diarréia. Bactéria chamada Streptococcus causa infecção bacteriana na garganta. Se uma pessoa ou uma criança tem febre repentina, Pode ser um sintoma de infecção bacteriana na garganta. Além disso, as amígdalas podem ser afetadas., e estará inchado e vermelho.
    O sinal mais evidente de infecção vaginal É um mau cheiro de peixe ou desagradáveis. A vagina tem vários tipos de bactérias que fazem bem para o órgão. No entanto, Quando é o equilíbrio vaginal interrompido por estes supercrescimento de bactérias, em seguida, Lactobacilos, Quais são outras bactérias protetoras, tornar-se incapaz de desempenhar adequadamente a sua função normal. Os sintomas incluem coceira e dor. A infecção vaginal e infecção urinária podem não ser ignoradas, uma vez que eles podem causar mais inflamação em órgãos internos.
    O meningite É uma inflamação das membranas protetoras cobrindo o cérebro e a medula espinhal. Os sintomas mais comuns de meningite são rigidez dor de cabeça e pescoço, febre, alteração da consciência e vômitos. Irritabilidade e sonolência também podem estar presentes. Qualquer atraso no tratamento pode aumentar o risco de danos de cérebro permanentes e graves.
    As infecções mais perigosas que podem levar a sepse, É uma condição médica séria, caracterizada por uma condição inflamatória de todo o corpo. Febre ou hipotermia, tremores, Delírio e hiperventilação são alguns dos sintomas. No caso de sepse, o paciente será admitido ao hospital para tratamento intensivo.
    Alguns antibióticos podem matar as bactérias ou retardar. Cada um se concentra em um processo bacteriano específico. As classes de antibióticos são: Penicilinas, cefalosporinas, tetraciclinas, Guinolones, etc.

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  8. Vaginose bacteriana na gravidez: descubra como tratar esse tipo de vaginose na gravidez, aprenda mais sobre os sintomas e diagnóstico.

    Se você notou algum corrimento anormal durante o período de gestação, é preciso ficar alerta, pois pode se tratar de vaginose bacteriana. Comum entre mulheres de todas as idades, ela deve ser tratada para evitar complicações como a aparecimento de outras doenças. Saiba mais sobre as causas, sintomas e tratamento desta infecção: A vaginose bacteriana é uma infecção que ocorre devido ao excesso de bactérias anaeróbicas (que não necessitam de oxigênio) na região da vagina. Ela também pode ocorrer durante o período da gravidez. A principal característica da infecção é um corrimento de cor amarela que apresenta um cheiro de peixe podre que fica mais forte após a menstruação ou relações sexuais.
    Causas da vaginose bacteriana na gravidez
    Não se sabe ao certo o que provoca a infecção, porém acredita-se que alguns hábitos constantes de higiene vaginal possa favorizar o seu aparecimento. Por exemplo, o uso de sabonetes com odores muito fortes ou o uso excessivo de duchas para lavar a região da vagina. A vaginose bacteriana não deve ser confundida com uma DST (doença sexualmente transmissível), entretanto, a falta de tratamento da infecção pode tornar a mulher sucetível à contração de DST’s como a gonorréia e a Clamídia.
    Sintomas da vaginose bacteriana na gravidez
    Além do corrimento, a gestante também pode sentir coceira, irritação e ardência ao urinar.
    Diagnóstico da vaginose bacteriana na gravidez
    O diagnóstico da infecção requer alguns exames de amostras dos fluídos vaginais e também um exame da pelve.
    Como tratar a vaginose bacteriana na gravidez?
    Para impedir a evolução da vaginose bacteriana na gravidez, o tratamento deve ser iniciado assim que forem notados os sintomas. Para isso é preciso procurar um ginecologista que vai indicar o tratamento adequado.
    A infecção é tratada por meio de antibióticos principalmente via oral e cremes vaginais indicados para mulheres grávidas.
    Por que é importante tratar a doença?
    A necessidade principal de tratar a infecção é aliviar o incômodo causado pelo corrimento. Além disso, tratar a vaginose bacteriana na gravidez também é essencial para evitar partos prematuros ou recém-nascidos com peso abaixo do normal.
    Como evitar a vaginose bacteriana na gravidez?
    Para evitar que haja desequilíbrio da flora vaginal é preciso tomar algumas precauções como:
    – Evitar o uso da “duchinha” para lavar a região vaginal
    – Sempre utilizar preservativos durante as relações sexuais
    – Evitar o uso de sabonetes com odor muito forte

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